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Ponte da Arrábida - detalhe
Designação
Localização
Rua Direcção Regional do Porto
Portugal
0000 000 -
Protecção
Parecer favorável de 18-06-2012 da SPAA do Conselho Nacional de Cultura
Proposta de 30-03-2012 da DRCNorte para a classificação como MN
Anúncio n.º 1960/2011, DR, 2.ª Série, n.º 33, de 16-02-2011 (ver Anúncio)
Procedimento (indevidamente) prorrogado até 31 de Dezembro de 2011 pelo Despacho n.º 19338/2010, DR, 2.ª série, n.º 252, de 30 de Dezembro (ver Despacho)
Despacho de abertura de 13-12-2010 do Director do IGESPAR, I.P.
Proposta de abertura de 9-11-2010 da DRCNorte
Proposta de classificação de 2-08-2010 do Departamento de Engenharia Civil da FEUP
Proposta de classificação de 14-12-1981 da Delegação Regional do Norte da SEC
Parecer favorável de 18-06-2012 da SPAA do Conselho Nacional de Cultura
Proposta de 30-03-2012 da DRCNorte
Descrições
Projectada por Edgar Cardoso, a Ponte da Arrábida era, à época da sua construção, "a ponte em arco construída em betão armado com maior vão em todo o mundo" (Memória descritiva da Proposta de Classificação, FEUP, 2010, p. 4).
Foi o aumento de tráfego na cidade do Porto ao longo da primeira metade do século XX que determinou a construção de uma nova travessia sobre o Douro, ligando o Candal à Arrábida. Em 1952 o Conselho Superior das Obras Públicas incumbiu Edgar Cardoso de elaborar os anteprojectos da ponte, tendo o engenheiro apresentado cinco soluções, das quais foi escolhida a que propunha uma estrutura de betão armado.
Assim, foi edificada uma "ponte de arco com tabuleiro superior, de tímpanos aligeirados, faixa de rodagem de 18rn, dois passeios com 3,50m cada um", num comprimento total de 483 metros (Idem, ibidem, p. 6). O acesso dos peões à ponte, para que circulem entre as duas margens, é feito através dos ascensores instalados nas pilastras laterais.
Nos últimos 20 anos a ponte tem sofrido importantes obras de beneficiação, nomeadamente reabilitação das estruturas, reparação do tabuleiro, alargamento das faixas de rodagem, renovação de instalações eléctricas e de comunicações.
Catarina Oliveira
DIDA/ IGESPAR, I.P./ Dezembro de 2010





