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Castelo da D. Chica, ou Castelo de Palmeira - detalhe
Designação
Localização
Avenida do Cávado
Lugar do Assento
Protecção
Anúncio n.º 12639/2012, DR, 2.ª série, n.º 111. de 8-06-2012 (ver Anúncio)
Parecer de 19-12-2011 da SPAA do Conselho Nacional de Cultura a propor a classificação como MIP
Nova proposta de 1-07-2011 da DRCNorte para a classificação como CIP
Devolvido à DRCNorte por despacho de 2-06-2010 do Subdirector do IGESPAR, I.P., para aplicação do Decreto-Lei n.º 309/2009, DR, 1.ª série, N.º 206 de 23-10-2009 (ver Diploma)
Parecer favorável de 3-03-2009 do Conselho Consultivo do IGESPAR, I.P.
Nova proposta de 8-01-2009 da DRCNorte a propor a classificação como IIP, abrangendo a quinta em que está integrado
Despacho de homologação de 20-02-1985 do Ministro da Cultura
Parecer de 12-02-1985 da Assessoria Técnica do IPPC a propor a classificação como IIP
Proposta de classificação de 21-09-1983 da JF de Palmeira
Anúncio n.º 12639/2012, DR, 2.ª série, n.º 111. de 8-06-2012 (ver Anúncio)
Parecer favorável de 19-12-2011 da SPAA do Conselho Nacional de Cultura
Nova proposta de 1-07-2011 da DRCNorte
Nova proposta de 3-05-2010 da DRCNorte
Parecer favorável de 3-03-2009 do Conselho Consultivo do IGESPAR, I.P.
Nova proposta de 8-01-2009 da DRCNorte
Despacho de homologação de 20-02-1985 do Ministro da Cultura
Parecer de 12-02-1985 da Assessoria Técnica do IPPC a propor a fixação de uma ZEP abrangendo os limites da quinta
Descrições
O Castelo de D. Chica foi desenhado pelo arquitecto Ernesto Korrodi em 1915, para servir de habitação a J. Ferreira do Rego e sua mulher, a brasileira Francisca Peixoto Rego, a quem se refere a designação popular do imóvel.
Este projecto surge no contexto da "Habitação Nobre de Província", uma tipologia de casa a que Korrodi se dedicou no início do século XX e que "(...) evocava, através de fontes de inspiração diversas, uma arte da Idade Média e de uma determinada vivência social que a burguesia triunfante do século XIX, alicerçando-se ao mesmo tempo na tradição e no progresso, reabilitava." (COSTA, 1997, p. 235).
A construção, interrompida em 1919, deixou a obra incompleta, nomeadamente o espaço interior. Embora a estrutura edificada apresente algumas soluções que diferem do projecto desenhado por Korrodi, essa "evolução" assinala "(...) a persistência de um gosto que lhe permitiu materializar a sua "Habitação Nobre" ideal" (Idem, ibidem, p. 241) que remetia sobretudo para referências neogóticas.
Na casa de Ferreira do Rego, estas referências remetem sobretudo para a Capela do Fundador do Mosteiro da Batalha, que no conjunto do programa decorativo se misturam com elementos de inspiração Arte Nova, renascentista e até românica.
Catarina Oliveira
IPPAR/2006





