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Pesquisa de Património

Mosteiro de Arouca e o túmulo de Santa Mafalda - detalhe

Designação

Designação
Mosteiro de Arouca e o túmulo de Santa Mafalda
Outras Designações
Convento de Santa Maria e o túmulo de Santa
Convento de Santa Mafalda e o túmulo de Santa Mafalda
Mosteiro de Santa Maria de Arouca
Mosteiro de Arouca
Categoria / Tipologia
Arquitectura Religiosa / Mosteiro
Inventário Temático
-

Localização

Divisão Administrativa
Aveiro / Arouca / Arouca
Endereço / Local

Avenida 25 de Abril
Arouca
4540 102 Arouca

Largo de Santa Mafalda
Arouca
4540 102 Arouca

Protecção

Situação Actual
Classificado
Categoria de Protecção
Classificado como MN - Monumento Nacional
Cronologia
Decreto de 16-06-1910, DG n.º 136, de 23-06-1910
ZEP
Portaria publicada no DG, II Série, n.º 164, de 15-07-1960
Zona "non aedificandi"
-
Abrangido em ZEP ou ZP
Sim
Abrangido por outra classificação
Não
Património Mundial
-

Descrições

Nota Histórico-Artistica

De fundação pré-românica (século X), o Mosteiro recebeu Carta de Couto no século XII, momento que definiu o carácter de centralidade do cenóbio na vida política e administrativa da região. A sua importância revigorou-se com o padroado de D. Mafalda, filha de Sancho I e efémera rainha de Castela. Materialmente, foram muitas as dádivas do seu erário que transitaram para o domínio do convento e terá sido por sua vontade que a comunidade monástica adoptou a regra de São Bernardo, já no século XIII, sendo como mosteiro cisterciense da ala feminina que se registaram os principais passos da sua história.
A casa viveu períodos de grande desafogo económico que, de algum modo, se reflectiram na procura de peças artísticas de grande qualidade, boa parte das quais ainda se mantêm. Na época moderna o conjunto foi reconstruído e ampliado, desde o final do século XVII aos últimos anos do século XVIII, contando-se Diogo Teixeira, Carlos Gimac e Miguel Francisco da Silva entre os artistas que trabalharam nesta fase.
Em 1886, com a morte da última freira, o Mosteiro foi extinto e todos os seus bens transitaram para a Fazenda Pública. Abre-se, então, uma era de utilizações diversas para este amplo conjunto edificado, mantendo-se, contudo, o espólio artístico, recolhido no Museu de Arte Sacra, entretanto, aí instalado.
Ao longo dos últimos anos, o IPPAR tem vindo a proceder a obras de recuperação e restauro de pequeno porte, indispensáveis e preparatórias da grande empreitada em agenda, e que visa modernizar o Museu de Arte Sacra, implementar um modelo de gestão que garanta a qualidade e a continuidade dos serviços a prestar, e dar novo impulso ao Centro de Estudos, constituído em torno do espólio documental de D. Domingos de Pinho Brandão.
PAF

Imagens

Bibliografia

Título
"Monastère d'Arouca"
Local
Lisboa
Data
2006
Autor(es)
GOMES, Paulo Varela, Quintin, Jeannine



Título
"Mosteiro de Arouca"
Local
Lisboa
Data
2006
Autor(es)
GOMES, Paulo Varela



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